Todo
homem é egocêntrico e narcisista.
E como está separado dos outros por
essas barreiras de individualismo, sempre
tende a se imaginar único. Supõe
que as suas alegrias são as mais
justas e os seus sofrimentos, os mais atrozes.
E acha – suprema presunção!
– que Deus, ou o destino, está
particularmente interessado em que ele sofra
mais. Ora, a dor e o sofrimento não
são monopólios de ninguém.
E pessoa alguma tem o direito de perguntar:
“Por que logo comigo?”.
SEJA
BEM-VINDO (A!)
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